Missa de Cura e Libertação

Dia 25 de Jan. 2015 na Paróquia Stª Clara de Assis!

Quando e como um católico pode voltar a se casar?


Quando um católico pode se casar pela segunda vez?
 
As circunstâncias pelas quais um casal busca um segundo casamento podem ser as seguintes:
 
- Não estiveram casados pela Igreja que querem transformar sua relação em um sacramento, por meio de uma revalidação ou convalidação do casamento civil ou “pela lei” que já possuem.
 
- Quando um viúvo ou viúva tem um novo(a) parceiro(a) e deseja casar-se com ele/ela.
 
- Quando uma pessoa do casal (ou ambos), que esteve casada pela Igreja, obteve a nulidade eclesiástica do vínculo anterior e deseja transformar a relação atual em sacramento.
 
- Quando uma pessoa (ou o casal) esteve casado no civil anteriormente e dissolve seu vínculo pelo divórcio, e agora quer contrair matrimônio pela Igreja.
 
- Quando uma pessoa de outra religião cristã ou de outro culto dissolveu seu vínculo anterior pela Igreja e deseja contrairmatrimônio sacramental com um católico que nunca se casou antes.
 
Os divorciados podem voltar a se casar no templo paroquial?
 
O divórcio como tal não existe no conceito de matrimônio da Igreja Católica, dado que o vínculo que une os dois esposos é indissolúvel, como o amor de Jesus pela humanidade pela Igreja, que o sacramento do matrimônio representa.
 
A única coisa que faz que uma relação matrimonial-sacramental anterior seja dissolvida é que a própria Igreja possa provar que, por circunstâncias claras, o vínculo anterior nunca foi um matrimônio como tal.
 
Nestes casos, o processo se chama “nulidade” e permite que as pessoas deste vínculo dissolvido possam se casar novamente, de forma válida, com a mesma pessoa ou com uma diferente, segundo o caso.
 
Pessoas divorciadas que nunca tinham se casado pela Igreja podem contrair matrimônio pela Igreja, com a mesma pessoa ou outra.
 
O que é a convalidação ou bênção nupcial?
 
É o matrimônio que a Igreja oferece a casais que compartiram a vida durante anos ou se casaram somente pela lei civil, e desejam receber a graça do sacramento do matrimônio. Em geral, trata-se de pessoas que se casaram somente no civil e querem se casar pela Igreja.
 
Canonicamente, a Igreja não reconhece o intercâmbio de consentimento prévio, mas aceita que houve uma espécie de compromisso recíproco e de responsabilidades morais que fluíram desse compromisso civil.
 
Dado que, de acordo com a Igreja, o casal está intercambiando consentimento pela primeira vez, todos os requisitos para receber o sacramento do matrimônio devem ser cumpridos, inclusive o curso pré-matrimonial.
 
O casal deve dar seu consentimento novamente (e não simplesmente renovar o anterior) e ter o conhecimento, a intenção e a capacidade apropriados para isso.
 
Muitas paróquias oferecem a estes casais uma cerimônia simples, ou seja, a possibilidade de receber o sacramento por meio de uma cerimônia na qual não são exigidos os costumes de casar-se de branco, dar festa, ter padrinhos para as diferentes coisas etc.
 
Recomendações
 
Não é possível prever todos os problemas que podem surgir durante um segundo matrimônio.
 
O segundo casamento envolve realidades e ajustes muito diferentes dos que são feitos no primeiro casamento, sobretudo quando há filhos.
 
A Igreja tem uma responsabilidade particular de ver que as pessoas não sejam obrigadas a viver na pobreza devido ao abandono de um ex-cônjuge; ela estabelece que os pais têm a responsabilidade de prover educação católica à sua descendência. Isso se aplica a crianças nascidas de qualquer união, dado que é uma responsabilidade paterna.


Disponibilizado originalmente no site Aleteia

Liturgia do Natal de Jesus: 25 de Dezembro de 2014

QUINTA-FEIRA

NATAL DE JESUS 
(BRANCO, GLÓRIA, CREIO, PREFÁCIO DO NATAL – OFÍCIO DA SOLENIDADE)

Antífona de entrada:
Alegremo-nos todos no Senhor: hoje nasceu o salvador do mundo, desceu do céu a verdadeira paz!
Oração do dia
Ó Deus, que fizestes resplandecer esta noite santa com a claridade da verdadeira luz, concedei que, tendo vislumbrado na terra este mistério, possamos gozar no céu sua plenitude. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (Isaías 9,1-6)
Leitura do livro do profeta Isaías. 
9 1 O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. 
2 Vós suscitais um grande regozijo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, como exultam na partilha dos despojos. 
3 Porque o jugo que pesava sobre ele, a coleira de seu ombro e a vara do feitor, vós os quebrastes, como no dia de Madiã. 
4 Porque todo calçado que se traz na batalha, e todo manto manchado de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão presa das chamas; 
5 porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz. 
6 Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora e para sempre. Eis o que fará o zelo do Senhor dos exércitos.
Palavra do Senhor.
Salmo responsorial 95/96
Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.

Cantai ao Senhor Deus um canto novo,
cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira!
Cantai e bendizei seu santo nome!

Dia após dia anunciai sua salvação,
manifestai a sua glória entre as nações
e, entre os povos do universo, seus prodígios!

O céu se rejubile e exulte a terra,
aplauda o mar com o que vive em suas águas;
os campos com seus frutos rejubilem
e exultem as florestas e as matas.

Na presença do Senhor, pois ele vem,
porque vem para julgar a terra inteira.
Governará o mundo todo com justiça,
e os povos julgará com lealdade.
Leitura (Tito 2,11-14)
Leitura da carta de são Paulo a Tito. 
2 11 Manifestou-se, com efeito, a graça de Deus, fonte de salvação para todos os homens. 
12 Veio para nos ensinar a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver neste mundo com toda sobriedade, justiça e piedade, 
13 na expectativa da nossa esperança feliz, a aparição gloriosa de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo, 
14 que se entregou por nós, a fim de nos resgatar de toda a iniqüidade, nos purificar e nos constituir seu povo de predileção, zeloso na prática do bem.
Palavra do Senhor.
Evangelho (Lucas 2,1-14)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu vos trago a boa nova de uma grande alegria: é que hoje vos nasceu o Salvador, Cristo, o Senhor (Lc 2,10s).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
2 1 Naqueles tempos apareceu um decreto de César Augusto, ordenando o recenseamento de toda a terra. 
2 Este recenseamento foi feito antes do governo de Quirino, na Síria. 
3 Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade. 
4 Também José subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, 
5 para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. 
6 Estando eles ali, completaram-se os dias dela. 
7 E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. 
8 Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. 
9 Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. 
10 O anjo disse-lhes: "Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: 
11 hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. 
12 Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura". 
13 E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: 
14 "Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência".
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
Lucas e Mateus, começando seus evangelhos com a narrativa do nascimento de Jesus na cidade de Belém, vinculada à memória de Davi, têm a intenção de atribuir a Jesus uma origem davídica. Nos evangelhos de Marcos e de João não há referências ao nascimento em Belém. Lucas destaca as condições de despojamento e pobreza neste nascimento. Enquanto Mateus narra a visita dos magos do oriente trazendo ricos presentes, Lucas narra a visita dos humildes pastores em vigília dos rebanhos de seus patrões. Lucas é o evangelista dos pobres amados por Deus. Em um mundo marcado pelas injustiças dos poderosos, o povo oprimido vislumbra a libertação e a vida plena.
Sobre as oferendas
Acolhei, ó Deus, a oferenda da festa de hoje, na qual o céu e a terra trocam os seus dons, e dai-nos participar da divindade daquele que uniu a vós a nossa humanidade. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da comunhão:
O Verbo se fez carne, e vimos a sua glória (Jo 1,14).
Depois da comunhão
Senhor nosso Deus, ao celebrarmos com alegria o Natal do nosso salvador, dai-nos alcançar, por uma vida santa, seu eterno convívio. Por Cristo, nosso Senhor.
Santo do Dia / Comemoração (NATAL DE JESUS):
"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós e nós vimos a sua glória..." (Jo 1,14). 

A encarnação do Verbo de Deus assinala o início dos "últimos tempos", isto é, a redenção da humanidade por parte de Deus. Cega e afastada de Deus, a humanidade viu nascer a luz que mudou o rumo da sua história. O nascimento de Jesus é um fato real que marca a participação direta do ser humano na vida divina. Esta comemoração é a demonstração maior do amor misericordioso de Deus sobre cada um de nós, pois concedeu-nos a alegria de compartilhar com ele a encarnação de seu Filho Jesus, que se tornou um entre nós. Ele veio mostrar o caminho, a verdade e a vida, e vida eterna. A simbologia da festa do Natal é o nascimento do Menino-Deus. 

No início, o nascimento de Jesus era festejado em 6 de janeiro, especialmente no Oriente, com o nome de Epifania, ou seja, manifestação. Os cristãos comemoravam o natalício de Jesus junto com a chegada dos reis magos, mas sabiam que nessa data o Cristo já havia nascido havia alguns dias. Isso porque a data exata é um dado que não existe no Evangelho, que indica com precisão apenas o lugar do acontecimento, a cidade de Belém, na Palestina. Assim, aquele dia da Epifania também era o mais provável em conformidade com os acontecimentos bíblicos e por razões tradicionais do povo cristão dos primeiros tempos. 

Entretanto, antes de Cristo, em Roma, a partir do imperador Júlio César, o 25 de dezembro era destinado aos pagãos para as comemorações do solstício de inverno, o "dia do sol invencível", como atestam antigos documentos. Era uma festa tradicional para celebrar o nascimento do Sol após a noite mais longa do ano no hemisfério Norte. Para eles, o sol era o deus do tempo e o seu nascimento nesse dia significava ter vencido a deusa das trevas, que era a noite. 

Era, também, um dia de descanso para os escravos, quando os senhores se sentavam às mesas com eles e lhes davam presentes. Tudo para agradar o deus sol. 

No século IV da era cristã, com a conversão do imperador Constantino, a celebração da vitória do sol sobre as trevas não fazia sentido. O único acontecimento importante que merecia ser recordado como a maior festividade era o nascimento do Filho de Deus, cerne da nossa redenção. Mas os cristãos já vinham, ao longo dos anos, aproveitando o dia da festa do "sol invencível" para celebrar o nascimento do único e verdadeiro sol dos cristãos: Jesus Cristo. De tal modo que, em 354, o papa Libério decretou, por lei eclesiástica, a data de 25 de dezembro como o Natal de Jesus Cristo. 

A transferência da celebração motivou duas festas distintas para o povo cristão, a do nascimento de Jesus e a da Epifania. Com a mudança, veio, também, a tradição de presentear as crianças no Natal cristão, uma alusão às oferendas dos reis magos ao Menino Jesus na gruta de Belém. Aos poucos, o Oriente passou a comemorar o Natal também em 25 de dezembro. 

Passados mais de dois milênios, a Noite de Natal é mais que uma festa cristã, é um símbolo universal celebrado por todas as famílias do mundo, até as não-cristãs. A humanidade fica tomada pelo supremo sentimento de amor ao próximo e a Terra fica impregnada do espírito sereno da paz de Cristo, que só existe entre os seres humanos de boa vontade. Portanto, hoje é dia de alegria, nasceu o Menino-Deus, nasceu o Salvador.


Disponibilizado originalmente no site do Dom Total

Evangelho comentado do Natal do Senhor: 25 de Dezembro 2014

Ano A.
Mateus 1,1-17.
Aleluia, aleluia, aleluia.
Ó sabedoria do altíssimo, que tudo determina com doçura e com vigor: oh, vem nos ensinar o caminho da prudência!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
1 1 Genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. 
2 Abraão gerou Isaac. Isaac gerou Jacó. Jacó gerou Judá e seus irmãos. 
3 Judá gerou, de Tamar, Farés e Zara. Farés gerou Esron. Esron gerou Arão. 
4 Arão gerou Aminadab. Aminadab gerou Naasson. Naasson gerou Salmon. 
5 Salmon gerou Booz, de Raab. Booz gerou Obed, de Rute. Obed gerou Jessé. Jessé gerou o rei Davi. 
6 O rei Davi gerou Salomão, daquela que fora mulher de Urias. 
7 Salomão gerou Roboão. Roboão gerou Abias. Abias gerou Asa. 
8 Asa gerou Josafá. Josafá gerou Jorão. Jorão gerou Ozias. 
9 Ozias gerou Joatão. Joatão gerou Acaz. Acaz gerou Ezequias. 
10 Ezequias gerou Manassés. Manassés gerou Amon. Amon gerou Josias. 
11 Josias gerou Jeconias e seus irmãos, no cativeiro de Babilônia. 
12 E, depois do cativeiro de Babilônia, Jeconias gerou Salatiel. Salatiel gerou Zorobabel. 
13 Zorobabel gerou Abiud. Abiud gerou Eliacim. Eliacim gerou Azor. 
14 Azor gerou Sadoc. Sadoc gerou Aquim. Aquim gerou Eliud. 
15 Eliud gerou Eleazar. Eleazar gerou Matã. Matã gerou Jacó. 
16 Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo. 
17 Portanto, as gerações, desde Abraão até Davi, são quatorze. Desde Davi até o cativeiro de Babilônia, quatorze gerações. E, depois do cativeiro até Cristo, quatorze gerações.
Palavra da Salvação.

Comentário do Evangelho

A CRIAÇÃO CONSUMADA
O longo elenco genealógico forjado pelo evangelista para explicitar a linhagem davídica de Jesus – filho de Davi –, esconde, em suas entrelinhas, um rico filão teológico. Uma de suas vertentes é o tema da criação levada à sua plenitude com a irrupção de Jesus na história humana. A genealogia pretende ser uma releitura do Gênesis e não o resultado de uma pesquisa minuciosa a respeito dos antepassados do Messias.
O cabeçalho da genealogia é introduzido pela expressão “livro do gênesis de Jesus Cristo”. Tudo nela gira em torno do verbo “gerar”, dar vida, trazer à existência, encaminhando-se para a geração de Jesus, como ponto para onde converge todo o dinamismo da História. Nele as gerações chegam a termo. Não se dirá “Jesus gerou ...”, por se constituir o definitivo ponto de referência de tudo quanto existe.
O evangelista também serviu-se de uma rica simbologia numérica, em voga nos círculos rabínicos da época, para alcançar seu objetivo. O número quatorze multiplicado por três corresponde a quarenta e dois, ou seja, seis vezes sete. Na aritmética teológica hebraica, o número seis indicava imperfeição, carência. Ele corresponderia aos seis dias da criação. Competia ao Messias Jesus inaugurar o sétimo dia para levar a criação à plenitude.
Na concepção de Jesus, a presença do Espírito Santo, comparável ao vento que soprava sobre as águas por ocasião do primeiro gênesis, completa o simbolismo: em Jesus tem início a criação nova e verdadeira. É a criação consumada!

Oração
Pai, que a presença de teu Filho Jesus, na História, leve à plenitude a obra de tua criação, fazendo desabrochar, em cada coração humano, o amor para o qual foi criado.

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês) 


Disponibilizado originalmente no site do Dom Total

Salmo do Natal do Senhor: 25 de Dezembro de 2014

Salmo 97

Este salmo nos diz que Deus já se faz presente na vida de todos e devemos valorizar com muita alegria esta presença.


*Vídeo disponibilizado por Andreza Freitas, da paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora do Carmo, em Guarulhos - SP

*para extrair o áudio sugiro http://www.youtube-mp3.org/pt













C                                G/B                      Am                F                        G
— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.
C                               G/B                      Am                 F          G           C      G7
— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus.

C                                                G/B
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo,/ 
F                                   G7
porque ele fez prodígios!/ 
C                                                   G/B
Sua mão e o seu braço forte e santo/ 
F                        G7        C    G7
alcançaram-lhe a vitória.


— O Senhor fez conhecer a salvação,/ 
e às nações, sua justiça;/ 
recordou o seu amor sempre fiel/ 
pela casa de Israel.


— Os confins do universo contemplaram/ 
a salvação do nosso Deus./ 
Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira,/ 
alegrai-vos e exultai!



— Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa/ 
e da cítara suave!/ 
Aclamai, com os clarins e as trombetas,/ 
ao Senhor, o nosso Rei!


Disponibilizado originalmente no blog O Canto do Salmo

Musicas para o Natal do Senhor: 25 de Dezembro de 2014

Instaurou-se novo Reino.

Os vídeos ou áudios aqui apresentados têm o objetivo de proporcionar apenas amostras dos cantos litúrgicos suficientes para os que desejam aprender e cantar nas liturgias. As músicas completas poderão ser adquiridas em estabelecimento que comercialize músicas católicas ou pela internet nos sites especializados.

ENTRADAVídeo ou mp3PartituraCifraIndicação
Nasceu-nos hoje um meninoVídeoPartituraCifra1
Vinde irmãos e exultai na alegriaVídeoPartituraCifra3
Reis e nações se amotinamVídeoPartituraCifra5
SALMO RESPONSORIAL
Hoje uma luz brilhou para nósVídeoPartituraCifra1
Hoje nasceu para nós o SalvadorVídeoPartituraCifra3
Os confins do universo contemplaramVídeoPartituraCifra5
ACLAMAÇÃO
Aleluia! Eis que um santo dia resplandeceVídeoPartituraCifra1
Aleluia! Eu vos trago a boa novaVídeoPartituraCifra3
OFERENDAS
Cristãos, vinde todosVídeoPartituraCifra1
Deus nos espera em BelémVídeoPartituraCifra3
No templo santoVídeoPartituraCifra5
Que poderemos ao Senhor apresentarVídeoPartituraCifra5
COMUNHÃO
A luz resplandeceu em plena escuridãoVídeoPartituraCifra1
No presépio pequeninoVídeoPartituraCifra3
OUTROS
Noite felizVídeoPartituraCifra3
A gente passa o ano inteiro assimVídeoPartituraCifra3
Hoje é dia da gente se encontrarVídeoPartituraCifra5
Indicações:
1. Folhetos litúrgicos de circulação nacional.
3. Diocese de Colatina – ES.
5. Sites especializados em liturgia.


Disponibilizado originalmente no site Meritocat

É verdade que, segundo a Bíblia, não se deve celebrar o Natal?


Alguns grupos proselitistas, especialmente as testemunhas de Jeová, afirmam que é proibido celebrar o Natal, porque nenhum dos quatro evangelhos especifica a data do nascimento de Jesus.
 
Mas isso seria como dizer: “Como não temos a sua certidão de nascimento, não vamos fazer sua festa de aniversário”.
 
Por outro lado, eles consideram que, no mês de dezembro, por ser extremamente frio em alguns lugares, seria impossível que os pastores tenham estado cuidado das suas ovelhas no campo, como aparece no relato dos evangelhos.
 
Os primeiros cristãos não pensavam assim. Desde o século IV, o


Natal começou a ser celebrado no dia 25 de dezembro, levando em consideração que, nesta data, o dia é mais longo e o sol dura mais tempo iluminando a terra.
 
Sendo Jesus “a luz do mundo” (João 9, 5) e “o sol que nasce do alto para iluminar os que vivem nas trevas e na sombra da morte” (Lucas 1), considerou-se oportuno fazer a lembrança do nascimento de Jesus coincidir com a data na qual a presença do sol é mais longa com relação à terra.
 
Na verdade, o que comemoramos no dia 25 de dezembro não é uma data, mas um acontecimento, ou seja, o nascimento de Jesus e o amor misericordioso do Pai. Porque “Deus amou tanto o mundo, que nos deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna”.
 
De qualquer maneira, pesquisas recentes descobriram que o dia 25 de dezembro representa uma data histórica, como veremos a seguir.
 
Comumente se aceita a notícia antiga segundo a qual a celebração do Natal do Senhor foi introduzida na primeira metade do século IV pela Igreja de Roma por razões ideológicas (para substituir a festa pagã do sol).
 
A data teria sido estabelecida no solstício de inverno, em dezembro. Portanto, no âmbito cristão, remontando nove meses, teria sido determinada em 25 de março a celebração da anunciação do anjo a Maria. Por conseguinte, seis meses antes do Natal, teria sido colocada também a data do nascimento de João Batista.
 
Mas então o dia 25 de dezembro, data em que recordamos o nascimento de Jesus, é uma data histórica ou não?
 
Segundo as últimas pesquisas (cf. Tommaso Federici, “25 de dezembro, uma data histórica”), o dia 25 de dezembro, como dia em que Jesus nasceu, é uma data histórica.
 
Mas como se chegou a esta conclusão? Tendo como ponto de partida o anúncio do anjo a Zacarias.
 
Mas em que data Zacarias exerceu seu ministério no templo? Sendo da classe de Abias, correspondiam-lhe os últimos dias de setembro, entre 20 e 30.
 
Portanto, 6 meses depois, Maria recebeu o anúncio do anjo (25 de março);  meses depois, nasceu João Batista (24 de junho); 9 meses depois da anunciação a Maria (25 de março), nasceu Jesus (25 de dezembro).
 
Os dias 23 de setembro e 24 de junho para o anúncio e nascimento de João Batista, e o dia 25 de dezembro para a anunciação do Senhor e seu nascimento não foram datas arbitrárias nem copiadas de ideologias da época.
 
As igrejas haviam conservado memórias ininterruptas e, quando decidiram prestar-lhes homenagens nas celebrações litúrgicas, a única coisa que fizeram foi sancionar o uso imemorial da devoção popular.

Por: JORGE LUIS ZARAZÚA



Disponibilizado originalmente no site Aleteia