História de Santa Mônica

Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho, Padroeira dos pais.

Infância

Monica nasceu no ano de 332, na cidade de Tegaste, na Argélia, que fica no norte da África.
Filha de família abastada, foi criada por uma escrava que criava os filhos dos senhores. Os manuscritos que recolheram a tradição oral sobre Santa Mônica dizem que desde criança ela era muito religiosa e disciplinada. Sempre que podia, Mônica ajudava os mais pobres e demonstrava muita paciência e mansidão.

Esposa

Mônica casou-se com um nobre chamado Patricio. Ele era um decurião, (membro do conselho de Tegaste). Possuía terras, escravos e uma boa posição social. Patrício, porém, era homem rude e violento. Por isso, foi motivo de muito sofrimento e orações de Santa Mônica.


Mãe

Mônica teve 3 filhos: Agostinho, Navigio e Perpétua, que se tornou religiosa. Agostinho era o mais velho e lhe causou muitas tristezas. A dificuldade com Agostinho chegou a tal ponto que, para ensiná-lo que nossas ações neste mundo tem consequências, Mônica o proibiu de entrar  em casa. Mas ela nunca deixou de rezar pela conversão do filho. Rezava também pela conversão do marido e de Navigio, sempre com muita perseverança e paciência, nunca desistiu de sua fé cristã.

Perseverança

Santa Mônica rezou anos a fio pela conversão de seu marido e seus 2 filhos. Sua perseverança foi compensada com a felicidade de ver todos convertidos para Deus. Sua perseverança foi tão marcante que ela rezou durante trinta anos pela conversão de Agostinho sem desanimar. E suas orações foram ouvidas: seu filho mais velho tornou-se o famoso "Santo Agostinho", o santo que influenciou todo o Ocidente cristão e influencia até hoje. Quando escreveu sobre sua mãe, entre outras coisas, ele disse: "ela foi o meu alicerce espiritual, que me conduziu em direção da fé verdadeira. Minha mãe foi a intermediária entre mim e Deus."

Sabedoria e mensagem

Santa Mônica deixou para todas as mães o ensinamento de que além de educar os filhos para viverem em sociedade, é preciso também educa-los para Deus, desenvolvendo neles a vida espiritual. Santa Mônica ensina que mães e pais devem se preocupar com a salvação e santificação de seus filhos.

Falecimento

Santa Mônica faleceu no ano 387, aos 56 anos. Santo Agostinho no seu famoso livro autobiográfico intitulado "Confissões" fez um monumento indelével à memória de Santa Mônica. O corpo de Santa Mônica foi descoberto em 1430. O Papa Martinho V transportou-o para Roma e depositou-o na igreja de Santo Agostinho.

Canonização

Santa Mônica foi canonizada pelo Papa Alexandre lll, por ter sido a responsável pela conversão de Santo Agostinho, ensinado a fé cristã, a moral e a mansidão.
Foi declarada Padroeira das Associações das Mães Cristãs.
Sua festa é comemorada no dia 27 de agosto.

Oração

Nobilíssima Santa Mônica, rogai por todas as mães, principalmente por aquelas mães que se esquecem que ser mãe é sacrificar-se.
Rogai, virtuosa Santa Mônica, para que abram-se as almas de todas as mães, para que elas enxerguem a beleza da vocação materna, a beleza do sacrifício materno.
Rogai, Santa Mônica, para que todas as mães saibam abraçar com Fé o sofrimento e a dor, assumam seus filhos com coragem, como instrumento de santificação para as famílias, e para sua própria santificação. Amém. 

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As 10 bênçãos do Terço

"Os que estão atados veem seus nós desatados"


1. Os pecadores obtêm o perdão.

2. As almas sedentas são saciadas.

3. Os que estão atados veem seus nós desatados.

4. Os que choram encontram alegria.

5. Os que são tentados encontram tranquilidade.

6. Os pobres são socorridos.

7. Os religiosos são reformados.

8. Os ignorantes são instruídos.

9. Os vivos triunfam sobre a vaidade.

10. Os mortos alcançam a misericórdia por via de sufrágios.


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1ª Semana de Museus de Penápolis começa hoje - 18/08/2014

Está tudo pronto para a realização da 1ª Semana de Museus de Penápolis que inicia nesta segunda-feira, 18, e prossegue até dia 24 de agosto, com diversas atrações para o público de todas as idades, que acontecerão na Praça 9 de Julho e
Oficina de fibras naturais integra a
programação da 1ª Semana de Museus
museus da cidade.
Será uma semana recheada de shows musicais, apresentações de danças folclóricas, oficinas culturais, palestras, visitação aos museus, feira de artesanato, praça de alimentação, tour histórico, tudo isso à disposição da comunidade penapolense e de da região.
No dia 20, quarta-feira, Prefeitura de Penápolis fará às 20h, a reabertura do Museu Histórico e Pedagógico “Memorialista Gláucia Maria de Castilho Muçouçah Brandão”, localizado na Praça 9 de Julho, prédio onde antes funcionava o antigo Paço Municipal. O espaço passou por obras de revitalização.
Na sexta-feira, dia 22 de agosto, quando é celebrado o Dia do Folclore, haverá uma homenagem aos 40 anos do Museu de Folclore de Penápolis, com apresentações de grupos folclóricos da cidade de Olímpia.
Vale lembrar que na última sexta-feira, 15, a Prefeitura de Penápolis e a Funarpe (Fundação de Arte de Penápolis) inauguraram as obras de restauração do Museu do Sol, reabrindo o espaço ao público, após três anos fechado para reforma, com a exposição de Arte Naif, ou arte primitiva.

Secom – PMP


Confira a programação do início da semana:



Segunda-feira - 18/08

* Das 07h30 às 09h - Oficina de Pintura com suporte em tecido - Museu do Sol - Prof.ª Andréia Moreira
* Das 09h às 11h - Oficina de Giramundo - Museu de Folclore - Fernanda Campagnoli
* Das 09h30 às 11h - Oficina de Pintura com suporte em tecido - Museu do Sol - Prof.ª Andréia Moreira
* Das 14h às 16h - Oficina de Fibras Naturais (Taboa) - Museu do Folclore - artesão José Maria
* Das 19h às 21h - Oficina de Fibras Naturais (Taboa) - Museu do Folclore - artesão José Maria


Terça-feira - 19/08

* Das 07h30 às 09h - Oficina de Pintura com suporte em tecido Museu do Sol - Prof.ª Andréia Moreira
* Das 09h às 11h - Oficina de Giramundo - Museu de Folclore - Fernanda Campagnoli
* Das 09h30 às 11h - Oficina de Pintura com suporte em tecido - Museu do Sol - Prof.ª Andréia Moreira
* Das 13h30 às 15h - Oficina de Pintura com suporte em tecido Museu do Sol - Prof.ª Andréia Moreira
* Das 14h às 16h - Oficina de Fibras Naturais (Taboa) - Museu do Folclore - artesão José Maria
* Das 14h às 16h - Palestra: "A Importância do Desenvolvimento Institucional nas Instituições Culturais" - Auditório do Museu de Folclore - com Natália Moryiana, Coordenadora de Desenvolvimento Institucional no Museu Afro Brasil
* Das 14h às 16h - Oficina de Fibras Naturais (Taboa) - Museu do Folclore - artesão José Maria
* Das 15h30 às 17h - Oficina de Pintura com suporte em tecido - Museu do Sol - Prof.ª Andréia Moreira

Secom – PMP

Filme abordará fé cristã e amizade entre Tolkien e Lewis

A produção destacará também a rivalidade literária entre os autores de “O Senhor dos Anéis” e “Cartas de um diabo ao seu aprendiz”


Depois do imenso sucesso das adaptações cinematográficas de "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit", chegou a vez de o próprio autor J.R.R. Tolkien ser o tema central de um
J.R.R. Tolkien and C.S. Lewis, Public Domain.
longa-metragem. O filme biográfico, produzido pela Chernin Entertainment, deverá chamar-se "Tolkien". Ao mesmo tempo, uma pequena produtora independente prepara outra abordagem da vida do escritor, concentrando-se na amizade entre Tolkien e o também escritor C.S.Lewis.
 
Para comandar a realização do filme "Tolkien & Lewis", foi selecionado o diretor Simon West, que produzirá o longa de 18 milhões de dólares para a Attractive Films, sediada em Londres e Brisbane. Simon West foi o diretor de "Os Mercenários 2" e "Con Air". Também estão na equipe Jacqueline Cook e Mark Cooper, de "Saving Mr. Banks".
 
A Attractive Films descreve o projeto como "um drama ambientado na Grã-Bretanha de 1941, devastada pela guerra, no qual se revela a fé, a amizade e a rivalidade entre J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis, dois escritores que se tornaram os autores de obras de fantasia mais importantes do mundo". A escolha do período histórico foi deliberada, já que o ano de 1941 marca uma fase tumultuada da vida de Tolkien e de Lewis.
 
Tolkien dava aulas na Universidade de Oxford e começava a ver o sucesso de um livro infantil que tinha escrito: "O Hobbit". O livro se tornou tão popular que os editores pediram uma continuação. Tolkien trabalhou duro para produzi-la, mas, perfeccionista como era, não ficou satisfeito em compor um livro curto e simples. Em vez disso, começou a escrever a monumental trilogia "O Senhor dos Anéis".
 
A aversão de Tolkien a publicar algo rápido e fácil era nitidamente contrastante com o método de produção literária de C.S. Lewis.
 
Durante aquele mesmo período, Lewis também lecionava em Oxford e colhia o sucesso da primeira parte da sua trilogia espacial "Além do Planeta Silencioso". Lewis estava ocupado com a sequência da obra e com a publicação de um conjunto de cartas apologéticas cristãs que viriam a se tornar "As Cartas do Coisa-Ruim". Tolkien não aprovava a rapidez de Lewis ao escrever e desprezou o livro do amigo. Ele achava que Lewis não tinha trabalhado adequadamente as suas ideias teológicas. Ironicamente, Lewis dedicou seu livro a J.R.R. Tolkien.
 
filme procurará realçar essa "guerra literária" entre os dois escritores e examinar a sua estreita relação durante os anos espinhosos da Segunda Guerra Mundial. Será interessante observar como os cineastas retratam a fé cristã desses dois gigantes da literatura, assunto que inevitavelmente terão de abordar se quiserem fazer justiça aos dois autores. Foi a fé em comum, no fim das contas, o que os uniu, além de ser um elemento essencial nos seus escritos.
 
A previsão é de que o filme "Tolkien & Lewis" seja lançado perto da Páscoa de 2015, em linha com o objetivo, já declarado pelos produtores, de atrair a atenção do público cristão.

Homilia do 21º Domingo Comum - 10 de Agosto de 2014

Mt 16,13-20.

A autoridade é serviço

 O Senhor entende a sua função, e a dos seus seguidores, como um serviço e não como uma forma de se impor aos outros.
Esta passagem do evangelho de Mateus nos traz pela boca de Pedro, uma importante confissão de fé dos discípulos. Não é por acaso que ela tem lugar em Cesaréia de Filipo, quer dizer, em terra pagã. Ligeiro toque com que Mateus (cf. também Mc 8,27) quer nos indicar o caráter universal da missão de Jesus, o Cristo. O Filho de Deus veio anunciar o amor do Pai, por todos e de forma privilegiada pelos mais pobres, a todos os povos do mundo.
À primeira pergunta que Jesus dirige aos seus discípulos: “quem dizem os homens que é o Filho do Homem?” (v. 13), a resposta é: eles pensam que és um profeta (cf. v. 14). É uma boa aproximação. Na verdade, Jesus situa-se na grande linha profética de Israel, por isso não se liberta do amor a Deus e à prática da justiça. “Busquem o Reino de Deus e a sua justiça, e Deus dará a vocês, em acréscimo,todas essas coisas” (Mt 6,33),diz-se no sermão da montanha. Gente que ouviu e viu Jesus compreendeu algo importante ao pensar nele como um profeta.
Mas isto não basta. A segunda pergunta é direta: “e vocês, quem dizem que eu sou?”. É uma interrogação sempre vigente: quem é Jesus para nós hoje? Talvez nos surpreendamos se tivéssemos a coragem de respondê-la. Cristo é realmente o centro dinâmico e exigente das nossas vidas? ou por acaso a nossa resposta sobre a sua identidade converteu-se numa afirmação que paralisa, mas que não atinge a nossa vida diária? A resposta de Pedro: “´Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (v. 16) não é algo puramente formal. Ela exige um comportamento que parte da decisão de seguir os passos do Senhor no seu amor pelos marginalizados e insignificantes da História e no seu serviço aos mais necessitados.
Nesse contexto – do Filho de Deus que entrega a sua vida pelos demais - coloca-se a autoridade que Jesus dá a Pedro. Não se trata de um poder de dominação, mas de serviço. Assim o compreendeu Pedro, por isso ele mesmo se apresenta como “servo e apóstolo” (2Pd 1,1) e aconselha que cada um coloque “a serviço dos outros (...) as muitas formas da graça que Deus concedeu a vocês” (1Pd 4,10).
O texto de Isaías (22,20-23) nos lembra isso igualmente. Ao dar autoridade a Eliaquim, Javé pede-lhe que seja “um pai para os habitantes de Jerusalém” (v. 21). A missão do governante segundo o Antigo (ou Primeiro) Testamento é “estabelecer a justiça e o direito”, algo que deve fazer como um pai amoroso que deseja que seus filhos vivam. Só assim tem sentido que o Senhor lhe dê “a chave da casa de Davi” (v. 22). É a vontade daquele cujas “decisões (...) são insondáveis, e (...) impenetráveis seus caminhos” (Rm 11,33). Toda vida crente tem como fonte a contemplação do mistério de Deus.


Escrito por Pe. Helder Salvador
http://www.teologiafeevida.com.br/

Reflexões sobre as leituras do 21º Domingo do Tempo Comum (24/08/2014)

Pedro e a comunidade dos cristãos.

Como podemos caracterizar a igreja de Cristo? Como a comunidade dos que acreditam no Filho de Deus. Acreditam como Pedro? Certamente. “Tu és o Cristo,
o Filho de Deus vivo!“ (Mt 16,16). Esse reconhecimento é essencial. Aqueles que reconhecem o Cristo, como Filho de Deus, e procuram viver de acordo com a fé que professam, formam a igreja, a comunidade de cristãos. Será que eles vivem hoje com esta consciência? Nem todos.

Fundamento. Cristo é o fundamento de nossa fé. Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele a glória por toda a eternidade!” (Rm 11,36). Por que depositamos nele essa confiança? Porque acreditamos que ele pode nos proporcionar a salvação que sonhamos, e que muitos chamam de felicidade. Isso mesmo: a comunidade dos cristãos acredita nesta verdade. A quem cabe coordenar esta igreja? Ao papa. Por que a ele? Porque ele sucedeu a Pedro que recebeu de Jesus a primeira delegação para cuidar de sua igreja. Uma missão difícil. Sabe onde está uma das grandes dificuldades? Está no fato de muitos dessa comunidade perderem de vista os ensinamentos daquele que é o seu referencial, Jesus Cristo. Já observou como há tantas opiniões diferentes sobre tudo e inclusive sobre ensinamentos religiosos? Pior: por vezes as opiniões se chocam com o que, de fato, o Mestre ensinou. E daí, atualizar estes ensinamentos do Mestre? Manter-se fiel a eles custe o que custar? Haja discernimento para governar esta igreja, cujo fundamento não pode ser mudado! Sim, o fundamento que é Jesus Cristo.

Caminhos insondáveis. Não é fácil viver segundo aquele a quem pertencem todas as coisas. Seus caminhos são difíceis, estreitos. Seus desejos, muitas vezes são incompreensíveis à inteligência humana, como já sentia Paulo: “Ó abismo de riqueza, de sabedoria e de ciência em Deus! Quão impenetráveis são os seus juízos e inexploráveis os seus caminhos!” (Rm 11,33). Que fazer, então? Perscrutarmos seus caminhos e os desejos de sua vontade, uma vez que a ele pertencemos, assim como todas as coisas. Exatamente: A Ele pertencemos. Se é assim, o grande desafio é descobrirmos sua vontade para nossos dias. Apesar de nem sempre seus desígnios estarem claros, uma vez descobertos, cabe-nos viver segundo eles e não apenas lhes fechar os olhos. Seus caminhos são um abismo de riquezas, que precisam ser exploradas!

Exercício do poder. O Senhor é um rei que atua visando o bem de seu povo, diferentemente da maioria dos administradores. Segundo o padre José Bortolini,[1] os versículos 15 a 23 do capítulo 22 de Isaías, se referem a Sobna, súdito que chegou ao cargo mais elevado após o do Rei, no tempo do profeta Isaías: o de administrador do palácio real, no tempo de Ezequias, rei de Judá (716-687 a.C.). O administrador do palácio era uma espécie de primeiro–ministro. Tinha também a função de abrir e fechar as portas da casa do rei. Era, portanto, cargo de confiança. Como o exerceu Sobna? Ele abusou do poder que possuía. Era um administrador megalômano e presunçoso. Por isso foi substituído por Eliacim, filho de Helcias, conforme a inspiração divina: “Depor-te-ei de teu cargo e arrancar-te-ei do teu posto. Naquele dia chamarei meu servo Eliacim, filho de Helcias” (Is 22,19-20). Ele seria “um pai para os habitantes de Jerusalém” (Is 22,21). Eliacim foi substituído por inspiração do Senhor, para que o povo de Deus tivesse esperança de dias melhores. Hoje o poder é exercido com esta visão? Parece que raramente.

Delegação. Como Eliacim, Pedro também recebeu delegação do Senhor para dirigir sua igreja. “Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,19). Que significa este poder? Significa que Pedro deveria ser forte como a pedra para edificar a igreja de Cristo, à qual ele se refere como “a minha igreja” (Mt 16,18). O que ocorreu imediatamente antes de Pedro receber esta delegação? Ele reconheceu que Jesus era o Messias: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!“ (Mt 16,16). A Pedro caberia, então, dirigir a comunidade dos que reconheciam Jesus como Filho de Deus. Será que a maioria dos batizados reconhecem o papa como sucessor de Pedro? É possível que muitos. Os que não aceitam, é porque lhes falta também um pressuposto: o reconhecimento de Cristo como Filho de Deus e o crédito à sua palavra. A Pedro Cristo confiou sua igreja. É preciso estar unido a Cristo, sob a coordenação de Pedro.

Revelação. É claro que para se reconhecer que Jesus é o Filho de Deus, não basta a pessoa querer. É preciso mais. Sabe quem disse isto? O próprio Cristo, depois que Pedro deu aquela resposta bonita dizendo: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo! “ (Mt 16,16). Como Cristo completou? “Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus” (Mt 16,17). Está vendo? O reconhecimento do Filho de Deus é graça do Pai. Não é só inspiração humana. É revelação divina. A esta revelação segue-se uma consequência fundamental: a de se viver conforme a revelção divina. Aqui é que muit0s tropeçam. Ouvem, mas não escutam; sabem, mas não vivem; dizem que creem, mas não professam.
Que vivamos em comunidade em torno do Filho de Deus, sob a liderança do papa, o sucessor de Pedro. Ele recebeu delegação de Cristo para orientar a comunidade dos cristãos. Que Cristo nos dê a graça de sermos participantes ativos nesta comunidade.

Eu, diante da Palavra


Chave
“Porei sobre seus ombros a chave da casa de Davi; se ele abrir, ninguém fechará, se fechar, ninguém abrirá“ (Is 22,22).

Estou vivendo de tal modo que as portas do reino dos céus estarão abertas para me receber?


Pedro

“Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16,19).


Até que ponto ouço o Papa como representante de Cristo na terra?


Rei

36 Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele a glória por toda a eternidade! Amém!” (Rm 11,36).


Bendigo a Deus com frequência ou minha oração é mais de pedir?

Minha prece

Ó Cristo, és o Filho do Pai eterno.
Agradeço porque vieste me ensinar o caminho para a felicidade.
Caminhas comigo,
Tu me escutas quando grito.
Deixaste Pedro para me orientar.
Não nos abandonas.
És o fundamento de nossa fé.
Esperas que continuemos a edificar tua igreja,
completando tua obra, com nossa ajuda.
Conta comigo, Senhor.





[1] Padre José Bortolini, Roteiros homiléticos, ed. 5, São Paulo: Paulus, 2010, p. 208.


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Música para o 21º Domingo do Tempo Comum (24/08/2014)

1ª Opção:

Pedro e a comunidade dos cristãos.

Os vídeos ou áudios aqui apresentados têm o objetivo de proporcionar apenas amostras dos cantos litúrgicos suficientes para os que desejam aprender e cantar nas liturgias. As músicas completas poderão ser adquiridas em estabelecimento que comercialize músicas católicas ou pela internet nos sites especializados.

ENTRADA Vídeo ou mp3 Partitura Cifra Indicação
Vem escutar-me ó Senhor Vídeo Partitura Cifra 1
Alegres vamos à casa do Pai Vídeo Partitura Cifra 2
Eis-me aqui Senhor Vídeo Partitura Cifra 3
SALMO RESPONSORIAL
Ó Senhor vossa bondade Vídeo Partitura Cifra 1
ACLAMAÇÃO
Aleluia! Tu és Pedro e sobre esta pedra Vídeo Partitura Cifra 1
OFERENDAS
A mesa santa Vídeo Partitura Cifra 1
Muitos grãos de trigo Vídeo Partitura Cifra 2
No teu altar Senhor Vídeo Partitura Cifra 3
Nos caminhos deste mundo Vídeo Partitura Cifra 3
COMUNHÃO
É bom estarmos juntos Vídeo Partitura Cifra 1
Na mesa sagrada Vídeo Partitura Cifra 5
Vem, eu mostrarei Vídeo Partitura Cifra 5
OUTROS
O pão da vida, a comunhão Vídeo Partitura Cifra 2
Quero ouvir teu apelo Senhor Vídeo Partitura Cifra 4


Indicações:
1. Folhetos litúrgicos de circulação nacional.
2. Arquidiocese de Goiania – GO.
3. Diocese de Colatina – ES.
4. Arquidiocese de São Paulo – SP.
5. Site especializado em liturgia.




2ª Opção: Em breve.



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Liturgia Diária do 21º Domingo Tempo Comum 24 de Agosto 2014

DIA 24 DE AGOSTO - DOMINGO

XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM 
(VERDE, GLÓRIA, CREIO – I SEMANA DO SALTÉRIO)

Antífona da entrada: Inclinai, Senhor, o vosso ouvido e escutai-me; salvai, meu Deus, o servo que confia em vós. Tende compaixão de mim, clamo por vós o dia inteiro (Sl 85,1ss).
Oração do dia
Ó Deus, que unis os corações dos vossos fiéis num só desejo, dai ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Leitura (Isaías 22,19-23)
Leitura do livro do profeta Isaías.
22 19 “Depor-te-ei de teu cargo e arrancar-te-ei do teu posto.
20 Naquele dia chamarei meu servo Eliacim, filho de Helcias.
21 Revesti-lo-ei com a tua túnica, cingi-lo-ei com o teu cinto, e lhe transferirei os teus poderes; ele será um pai para os habitantes de Jerusalém e para a casa de Judá.
22 Porei sobre seus ombros a chave da casa de Davi; se ele abrir, ninguém fechará, se fechar, ninguém abrirá;
23 fixá-lo-ei como prego em lugar firme, e ele será um trono de honra para a casa de seu pai”.
Palavra do Senhor.
 
Salmo responsorial 137/138
Ó Senhor, vossa bondade é para sempre! Completai em mim a obra começada! 

Ó Senhor, de coração eu vou dou graças,
Porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
Perante os vossos anjos vou cantar-vos
E ante o vosso templo vou prostrar-me.

Eu agradeço vosso amor, vossa verdade,
Porque fizestes muito mais que prometestes;
Naquele dia em que gritei, vós me escutastes
E aumentastes o vigor da minha alma.

Altíssimo é o Senhor, mas olha os pobres
E de longe reconhece os orgulhosos.
Ó Senhor, vossa bondade é para sempre!
Eu vos preço: não deixeis inacabada,
Esta obra que fizeram vossas mãos!
 
Leitura (Romanos 11,33-36)
Leitura da carta de São Paulo aos Romanos. 
11 33 Ó abismo de riqueza, de sabedoria e de ciência em Deus! Quão impenetráveis são os seus juízos e inexploráveis os seus caminhos!
34 Quem pode compreender o pensamento do Senhor? Quem jamais foi o seu conselheiro?
35 Quem lhe deu primeiro, para que lhe seja retribuído?
36 Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele a glória por toda a eternidade! Amém!.
Palavra do Senhor.
 
 
Evangelho (Mateus 16,13-20)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja; e os poderes do reino das trevas jamais poderão contra ela! (Mt 16,18)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
16 13 Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: “No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?”
14 Responderam: “Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas”.
15 Disse-lhes Jesus: “E vós quem dizeis que eu sou?”
16 Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!”
17 Jesus então lhe disse: “Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.
18 E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
19 Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.
20 Depois, ordenou aos seus discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Cristo.
Palavra da Salvação.
 
Comentário ao Evangelho
Esta narrativa da "confissão de Pedro" é encontrada nos três evangelhos sinóticos, de Marcos, de Mateus e de Lucas. Cada um destes evangelistas imprime uma característica pessoal à sua narrativa. Marcos, que é o primeiro dos evangelhos canônicos a ser escrito, situa a passagem narrada no momento em que Jesus encerra seu ministério entre os gentios da Galiléia e das regiões vizinhas, iniciando o caminho para Jerusalém, em ambiente de exclusividade judaica, onde se dará o confronto final com os chefes de Israel. Marcos se preocupa em mostrar que Jesus rejeita o título messiânico, indicativo de ambição e poder, afirmando-se como o simples e humilde humano, cheio do amor de Deus e comunicador deste amor que dura para sempre. Um sinal de seu despojamento é a sua vulnerabilidade à morte programada pelos chefes do Templo e das sinagogas. Lucas, por sua vez, despreocupa-se com a situação temporal do episódio narrado, colocando-o em um momento de oração de Jesus. Uma das características de Lucas é justamente registrar com freqüência estes momentos de oração. Lucas conclui sua narrativa, como Marcos, registrando a rejeição sumária de Jesus ao título messiânico. No texto de Mateus, acima, encontramos duas de suas características dominantes. Mateus acentua a dimensão messiânica de Jesus e já apresenta sinais da instituição eclesial nascente. Mateus escreve na década de 80, quando os discípulos de Jesus oriundos do judaísmo estavam sendo expulsos das sinagogas que até então freqüentavam. Mateus pretende convencer estes discípulos de que em Jesus se realizavam suas esperanças messiânicas moldadas sob a antiga tradição de Israel. Daí o acentuado caráter messiânico atribuído a Jesus por Mateus. Os cristãos, afastados das sinagogas, começam a estruturar-se em uma instituição religiosa própria, na qual a figura de referência é Pedro, já martirizado em Roma. Na menção às chaves do Reino dos Céus conferidas a Pedro, com o poder de ligar e desligar, podemos ver uma recorrência da atribuição das chaves do palácio de Davi a Eliacim, administrador real, que terá o poder de abrir e fechar (primeira leitura). A revelação de Deus, atribuída a Pedro no texto de Mateus, ultrapassa as limitadas formulações da inteligência humana (segunda leitura). Porém, no ato de amor, à semelhança de Jesus, mergulha-se na própria vida divina e eterna.
 
Sobre as oferendas
Ó Deus, que, pelo sacrifício da cruz, oferecido uma só vez, conquistastes para vós um povo, concedei à vossa Igreja a paz e a unidade. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da comunhão: Com vossos frutos saciais a terra inteira: fazei a terra produzir o nosso pão e o vinho que alegra o coração (Sl 103,13ss).
Depois da comunhão
Ó Deus, fazei agir plenamente em nós o sacramento do vosso amor e transformai-nos de tal modo pela vossa graça, que em tudo possamos agradar-vos. Por Cristo, nosso Senhor.


Dom Total

Salmo do 21º Domingo Tempo Comum - 23 de Agosto 2014

1ª Opção: 


* Salmo 137 *



21º Domingo Tempo Comum
Cifra & Letra (Word)

MP3 (música)

Ficha técnica:
 Voz e melodia: Léo Mantovani
 Arranjos e execução: Almir Rios
 Vinheta de abertura: Alex Olliveira
(Banda Canal da Graça)
 Divulgação e Apoio: Rafael de Angeli
& Portal da Música Católica

Saiba mais sobre Léo Mantovani (e/ou entre em contato):
 E-mail: contatos@leomantovani.com.br
 WebSite Oficial: leomantovani.com.br
 Facebook: fb.com/leomantovani Twitter: twitter.com/leo_mantovani
 Fé&Som: feesom.com/leomantovani

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2ª Opção:

 

Salmo 137

Ó Senhor, vossa bondade é para sempre! Completai em mim a obra começada!

Ao Senhor, de coração eu vos dou graças,
porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
Perante os vossos anjos vou cantar-vos
e ante o vosso templo vou prostrar-me.

Eu agradeço vosso amor, vossa verdade,
porque fizestes muito mais que prometestes;
naquele dia em que gritei, vós me escutastes
e aumentastes o vigor da minha alma.

Altíssimo é o Senhor, mas olha os pobres,
e de longe reconhece os orgulhosos.
ó Senhor, vossa bondade é para sempre!
Eu vos peço: nóo deixeis inacabada,
esta obra que fizeram vossas mãos!

Sl 137,1-2a.2bc-3.6.8bc (R. 8bc




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Evangelho do 21º Domingo Tempo Comum - Ano A - 24 de agosto de 2014

Mateus 16,13-20

Aleluia, aleluia, aleluia.
Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja; e os poderes do reino das trevas jamais poderão contra ela! (Mt 16,18)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
16 13 Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: “No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?”
14 Responderam: “Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas”.
15 Disse-lhes Jesus: “E vós quem dizeis que eu sou?”
16 Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!”
17 Jesus então lhe disse: “Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.
18 E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
19 Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.
20 Depois, ordenou aos seus discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Cristo.
Palavra da Salvação.
 

Comentário do Evangelho
Esta narrativa da "confissão de Pedro" é encontrada nos três evangelhos sinóticos, de Marcos, de Mateus e de Lucas. Cada um destes evangelistas imprime uma característica pessoal à sua narrativa. Marcos, que é o primeiro dos evangelhos canônicos a ser escrito, situa a passagem narrada no momento em que Jesus encerra seu ministério entre os gentios da Galiléia e das regiões vizinhas, iniciando o caminho para Jerusalém, em ambiente de exclusividade judaica, onde se dará o confronto final com os chefes de Israel. Marcos se preocupa em mostrar que Jesus rejeita o título messiânico, indicativo de ambição e poder, afirmando-se como o simples e humilde humano, cheio do amor de Deus e comunicador deste amor que dura para sempre. Um sinal de seu despojamento é a sua vulnerabilidade à morte programada pelos chefes do Templo e das sinagogas. Lucas, por sua vez, despreocupa-se com a situação temporal do episódio narrado, colocando-o em um momento de oração de Jesus. Uma das características de Lucas é justamente registrar com freqüência estes momentos de oração. Lucas conclui sua narrativa, como Marcos, registrando a rejeição sumária de Jesus ao título messiânico. No texto de Mateus, acima, encontramos duas de suas características dominantes. Mateus acentua a dimensão messiânica de Jesus e já apresenta sinais da instituição eclesial nascente. Mateus escreve na década de 80, quando os discípulos de Jesus oriundos do judaísmo estavam sendo expulsos das sinagogas que até então freqüentavam. Mateus pretende convencer estes discípulos de que em Jesus se realizavam suas esperanças messiânicas moldadas sob a antiga tradição de Israel. Daí o acentuado caráter messiânico atribuído a Jesus por Mateus. Os cristãos, afastados das sinagogas, começam a estruturar-se em uma instituição religiosa própria, na qual a figura de referência é Pedro, já martirizado em Roma. Na menção às chaves do Reino dos Céus conferidas a Pedro, com o poder de ligar e desligar, podemos ver uma recorrência da atribuição das chaves do palácio de Davi a Eliacim, administrador real, que terá o poder de abrir e fechar (primeira leitura). A revelação de Deus, atribuída a Pedro no texto de Mateus, ultrapassa as limitadas formulações da inteligência humana (segunda leitura). Porém, no ato de amor, à semelhança de Jesus, mergulha-se na própria vida divina e eterna.
 
Leitura
Isaías 22,19-23
Leitura do livro do profeta Isaías.
22 19 “Depor-te-ei de teu cargo e arrancar-te-ei do teu posto.
20 Naquele dia chamarei meu servo Eliacim, filho de Helcias.
21 Revesti-lo-ei com a tua túnica, cingi-lo-ei com o teu cinto, e lhe transferirei os teus poderes; ele será um pai para os habitantes de Jerusalém e para a casa de Judá.
22 Porei sobre seus ombros a chave da casa de Davi; se ele abrir, ninguém fechará, se fechar, ninguém abrirá;
23 fixá-lo-ei como prego em lugar firme, e ele será um trono de honra para a casa de seu pai”.
Palavra do Senhor.
 
Salmo 137/138
Ó Senhor, vossa bondade é para sempre! Completai em mim a obra começada! 

Ó Senhor, de coração eu vou dou graças,
Porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
Perante os vossos anjos vou cantar-vos
E ante o vosso templo vou prostrar-me.

Eu agradeço vosso amor, vossa verdade,
Porque fizestes muito mais que prometestes;
Naquele dia em que gritei, vós me escutastes
E aumentastes o vigor da minha alma.

Altíssimo é o Senhor, mas olha os pobres
E de longe reconhece os orgulhosos.
Ó Senhor, vossa bondade é para sempre!
Eu vos preço: não deixeis inacabada,
Esta obra que fizeram vossas mãos!
 
Oração
Ó Deus, que unis os corações dos vossos fiéis num só desejo, dai ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


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