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Música para o Domingo de Solenidade de Finados - 2 de Novembro de 2014

Comemoração de todos os fiéis defuntos


Os vídeos ou áudios aqui apresentados têm o objetivo de proporcionar apenas amostras dos cantos litúrgicos suficientes para os que desejam aprender e cantar nas liturgias. As músicas completas poderão ser adquiridas em estabelecimento que comercialize músicas católicas ou pela internet nos sites especializados.


ENTRADAVídeo ou mp3PartituraCifraIndicação
A morte já não mata maisVídeoPartituraCifra1
SALMO RESPONSORIAL
Felizes os de coração puroVídeoPartituraCifra1
ACLAMAÇÃO
Aleluia! É esta a vontade de quem me enviouVídeoPartituraCifra1
OFERENDAS
A vida dos justosVídeoPartituraCifra1
Os olhos jamais contemplaramVídeoPartituraCifra4
COMUNHÃO
Bem aventurados os que tem um coração de pobreVídeoPartituraCifra1
Quem habitará na tua casaVídeoPartituraCifra1
Todo aquele que crê em mimVídeoPartituraCifra3
OUTROS
A vida pra quem acreditaVídeoPartituraCifra4

Indicações:
1. Folhetos litúrgicos de circulação nacional.
3. Diocese de Colatina – ES.
4. Arquidiocese de São Paulo – SP.



Disponibilizado originalmente no site Meritocat

Salmo do Domingo - Comemoração de todos os Fiéis Defuntos . Solenidade - 2 de Novembro de 2014

salmo 114, 02 de novembro 2014 (02/11/2014)

Neste Salmo, vemos que o salmista, sem Deus, andava sem rumo cometendo erros e vivendo em pecado, depressivo, pediu ajuda a Deus e Ele se manifestou no salmista, amparando e acolhendo seus pedidos, salvando-o e mostrando-lhe o verdadeiro sentido da vida.


*melodia adaptada de original disponibilizado por www.portaldamusicacatolica.com.br



Leandro - voz e arranjos










G                                         C                 Am                          D7
Andarei na presença de Deus, junto a ele, na terra dos vivos.



Em                                     Bm
O Senhor é justiça e bondade, 
          C                                 G
nosso Deus é amor-compaixão. 
Em                                                 Bm
É o Senhor quem defende os humildes: 
        C                                     D7
eu estava oprimido, e salvou-me. (R)



Guardei a minha fé, mesmo dizendo: 
"É demais o sofrimento em minha vida!" 
Confiei, quando dizia na aflição: 
"Todo homem é mentiroso! Todo homem!" (R)



É sentida por demais pelo Senhor 
a morte de seus santos, seus amigos.
Eis que sou o vosso servo, ó Senhor c
mas me quebrastes os grilhões da escravidão! (R)


Disponibilizado originalmente no blog Cante Salmos

Homilia da Comemoração de todos os Fiéis Defuntos . Solenidade - 2 de Novembro de 2014

Jó 19,1.23-27a: Jó tomou a palavra e disse: «Quem dera que as minhas pala­vras fossem escritas num livro, ou gravadas em bronze com estilete de
ferro, ou esculpidas em pedra para sempre! Eu sei que o meu Redentor está vivo e no últi­mo dia Se levantará sobre a terra. Revestido da minha pele, estarei de pé; na mi­nha carne verei a Deus. Eu próprio O verei, meus olhos O hão de contemplar».
2Cor 4,14 a 5,1: Como sabemos, irmãos, Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos há de ressuscitar com Jesus e nos levará convosco para junto d'Ele. Tudo isto é por vossa causa, para que uma graça mais abundante multiplique as ações de graças de um maior número de cristãos para glória de Deus. Por isso, não desanimamos. Ainda que em nós o homem exterior se vá arruinando, o ho­mem interior vai-se renovando de dia para dia. Porque a ligeira aflição dum mo­mento prepara-nos para além de toda e qualquer medida, um peso eterno de gló­ria. Não olhamos para as coisas visíveis, olhamos para as invisíveis: as coisas visíveis são passageiras, ao passo que as invisíveis são eternas. Bem sabemos que, se esta tenda, que é a nossa morada terrestre, for desfeita, recebemos nos Céus urna ha­bitação eterna, que é obra de Deus e não é feita pela mão dos homens.
Mt 11,25-30: Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encon­trareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

A VIDA NÃO TERMINA, TRANSFORMA-SE

Celebramos a vida, não a morte. O dia de Todos os Fiéis Defuntos está impregnado de um sentimento religiosos com fé e esperança cristãs. Por este motivo suscitou desde sempre um profundo eco no povo de Deus. Antes de prosseguir, digamos que hoje celebramos a vida e não a morte. A religião cristã não celebra o culto à morte, mas à vida. Assim o realça a liturgia da palavra de hoje com as suas múltiplas leituras e orações da mis­sa. Todo o conjunto fala-nos de ressurreição e da vida; e a refe­rência onipresente é a ressurreição de Cristo, de que o cristão participa pelos sacramentos.
Por isso, este dia dois de Novembro não é uma comemoração para a tristeza nostálgica e a melancolia outonal, com saudades dos seres queridos que nos deixaram, mas uma recordação es­perançada que expressa e continua a comunhão dos santos que ontem celebrávamos. Pois «a fé oferece-nos a possibilidade de uma comunhão com os nossos queridos irmãos já falecidos, dando-nos a esperança de que possuem_ já em Deus, a vida ver­dadeira» (GS 18). A visita ao cemitério - que etimologicamente significa dormitório -, refrescando-nos a memória dos familia­res que «adormeceram no senhor», segundo a antiga expressão cristã, afasta-nos da amargura sem esperança.
A morte é um dado da experiência que temos sempre diante dos olhos. A morte biológica, o seu anúncio paulatino na doen­ça e na velhice, a sua presença brutal nos acidentes e nas catás­trofes, e a sua manifestação em tudo o que é negação da vida, devido à violação da dignidade e dos direitos da pessoa, consti­tui o mais dilacerante dos problemas humanos, o enigma máxi­mo da vida humana. Vida sem limite temporal é a mais profun­da aspiração que temos dentro de nós. Como a morte, cedo ou tarde, sempre chega, sentimo-nos intimamente frustrados se não tivermos uma explicação satisfatória para este paradoxo e enigma que é morte de um ser criado para a vida.

Cristo ressuscitado é a melhor e a única resposta válida à pergunta sobre a morte. Toda a vida do crente tem relação com Cristo e com o seu mistério pascal de vida através, paradoxal­mente, da morte. Jesus é a razão última do nosso viver, morrer e esperar como cristãos. Posto que Ele Se fez igual a nós, em tudo, também passou pela morte para alcançar a vida eterna. Esse é o itinerário que o seu discípulo tem de percorrer.
A esperança cristã da ressurreição e vida sem fim vincula-se e fundamenta-se diretamente na ressurreição de Jesus. Se a nossa esperança em Cristo acabasse com a vida presente, sería­mos os homens mais infelizes, comenta São Paulo. Mas não! Cristo ressuscitou de entre os mortos: foi o primeiro de todos. E nós estamos incorporados n'Ele, na sua morte e ressurreição, por meio do Batismo e dos outros sacramentos da religião cris­tã, especialmente a Eucaristia que nos alimenta com o pão da vida que é Cristo, como Ele próprio disse.
Tudo revalida a afirmação de Jesus, momentos antes de rea­lizar a ressurreição do seu amigo Lázaro: «Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em Mim, ainda que tenha morrido vive­rá; e aquele que vive e crê em Mim, nunca morrerá» (Jo 11,25s). O crente sente-se salvo por Cristo, liberto do pecado e da sua conseqüência, a morte. Esta libertação não é biológica, pois também Cristo morreu como homem que era, mas da escra­vidão opressora da morte e do medo dela, do absurdo de uma vi­da entendida como paixão inútil que acaba nas trevas do nada.
Bendizemos a Deus na fé porque graças a Cristo ressuscitado não somos seres para a morte, mas para a vida com o Senhor, já agora e no futuro. O nosso Deus não é um Deus de mortos, mas de vivos, afirmou Jesus. Hoje é dia de reavivar com alegria a nossa esperança cristã e proclamar integralmente aquele artigo de fé do credo: «Espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir».
Hoje bendiz-Te o nosso coração, Pai, Deus da vida, porque, em Jesus Cristo, vencedor do pecado e da morte, vemos que o fim do nosso caminho é a vida contigo. Em Jesus radica a nossa esperança de vida sem fim, porque é ressurreição e vida para todo o que n 'Ele crê.
Assim, a vida dos que crêem em Ti, Senhor, não termina, transforma-se; e, ao desfazer-se a nossa morada terrena, adquirimos outra mansão eterna
para viver sempre ao teu lado.
Bendito sejas, Senhor! Faz que o nosso contacto com Cristo pela sua palavra, pela fé e pelos sacramentos, desperte
teu gesto criador que dá vida ao homem para sempre. Amém.


Disponibilizado originalmente no site Teologia Fé e Vida
Escrito por Pe. Helder Salvador

LITURGIA DIÁRIA Comemoração de todos os Fiéis Defuntos . Solenidade - 2 de Novembro de 2014

Cor: Roxo

1ª Leitura - Ap 7,2-4.9-14

Vi uma multidão imensa de gente de todas
as nações, tribos, povos e línguas.
Leitura do Livro do Apocalipse de São João 7,2-4.9-14
Eu, João,
2vi um outro anjo,
que subia do lado onde nasce o sol. 
Ele trazia a marca do Deus vivo
e gritava, em alta voz,
aos quatro anjos que tinham recebido o poder
de danificar a terra e o mar,
dizendo-lhes:
3"Não façais mal à terra,
nem ao mar nem às arvores,
até que tenhamos marcado na fronte
os servos do nosso Deus".
4Ouvi então o número dos que tinham sido marcados:
eram cento e quarenta e quatro mil,
de todas as tribos dos filhos de Israel.
9Depois disso, vi uma multidão imensa
de gente de todas as nações,
tribos, povos e línguas,
e que ninguém podia contar.
Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro;
trajavam vestes brancas
e traziam palmas na mão.
10Todos proclamavam com voz forte:
"A salvação pertence ao nosso Deus,
que está sentado no trono, e ao Cordeiro".
11Todos os anjos estavam de pé,
em volta do trono e dos Anciãos
e dos quatro Seres vivos e prostravam-se,
com o rosto por terra, diante do trono.
E adoravam a Deus, dizendo:
12"Amém. O louvor, a glória e a sabedoria,
a ação de graças, a honra, o poder e a força
pertencem ao nosso Deus para sempre. Amém"
13E um dos Anciãos falou comigo e perguntou:
"Quem são esses vestidos com roupas brancas?
De onde vieram?"
14Eu respondi:
"Tu é que sabes, meu senhor".
E então ele me disse:
"Esses são os que vieram da grande tribulação.
Lavaram e alvejaram as suas roupas
no sangue do Cordeiro".
Palavra do Senhor.



Salmo - Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

R. É assim a geração dos que procuram o Senhor!

1Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, *
o mundo inteiro com os seres que o povoam;
2porque ele a tornou firme sobre os mares, *
e sobre as águas a mantém inabalável. R.

3"Quem subirá até o monte do Senhor, *
quem ficará em sua santa habitação?"
4a"Quem tem mãos puras e inocente coração, *
4bquem não dirige sua mente para o crime. R.

5Sobre este desce a bênção do Senhor *
e a recompensa de seu Deus e Salvador".
6"É assim a geração dos que o procuram, *
e do Deus de Israel buscam a face". R.


2ª Leitura - 1Jo 3,1-3

Veremos Deus tal como é.

Leitura da Primeira Carta de São João 3,1-3

Caríssimos,
1vede que grande presente de amor o Pai nos deu: 
de sermos chamados filhos de Deus!
E nós o somos! 
Se o mundo não nos conhece, 
é porque não conheceu o Pai.
2Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, 
mas nem sequer se manifestou o que seremos!
Sabemos que,
quando Jesus se manifestar,
seremos semelhantes a ele, 
porque o veremos tal como ele é. 
3Todo o que espera nele, 
purifica-se a si mesmo, 
como também ele é puro.
Palavra do Senhor.


Evangelho - Mt 5,1-12a

Alegrai-vos e exultai, porque será
grande a vossa recompensa nos céus.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,1-12a

Naquele tempo:
1Vendo Jesus as multidões,
subiu ao monte e sentou-se.
Os discípulos aproximaram-se,
2e Jesus começou a ensiná-los:
3"Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o Reino dos Céus.
4Bem-aventurados os aflitos,
porque serão consolados.
5Bem-aventurados os mansos,
porque possuirão a terra.
6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
7Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
8Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
9Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
10Bem-aventurados os que são perseguidos
por causa da justiça,
porque deles é o Reino dos Céus.
11Bem-aventurados sois vós, 
quando vos injuriarem e perseguirem,
e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós,
por causa de mim.
12aAlegrai-vos e exultai,
porque será grande a vossa recompensa nos céus.
Palavra da Salvação.



Disponibilizado originalmente no site da CNBB

SALMO DE TODOS OS SANTOS - SÁBADO, 1 DE NOVEMBRO DE 2014

salmo 23

 Este salmo nos diz que Deus, senhor do universo, nos revela quais de nós serão dignos de herdar Seu reino glorioso.

Melodia originária do portal www.cancaonova.com
Interpretado por Anauíra Ferreira, do Ministério de Música Renascer, da paróquia Sagrado Coração de Jesus, em São João da Boa Vista..
*para extrair o mp3 sugiro http://www.youtube-mp3.org/pt





A   C#m7      F#m7                 F#m/E                  D                 E
É    assim a geração dos que procuram   que    procuram    o Senhor!
A   C#m7      F#m7                F#m/E                  D                  E                D7+    A
É assim a geração dos que procuram      que procuram      o Senhor!  o Senhor!



    D                                                     A/C#             
 Ao Senhor pertence a terra o que ele encerra,
                 D                                    A/C#
o mundo inteiro com os seres que o povoam;
             C                                    G/B             
 porque ele tornou firme sobre os mares,
                 Bm7        Bm/A        Esus
e sobre as águas a mantém inabalável.



                 D                         A/C#
 Quem subirá ao monte do Senhor.
              D                                A/C#
Quem ficará em sua santa habitação?
                            C                                 G/B
 Quem tem as mãos puras e inocente o coração,
                 Bm7           Bm/A            Esus
 quem não dirige sua mente para o crime.



             D                                   A/C#   
 Sobre este desce a benção do Senhor
                 D                                   A/C#
 e a recompensa do seu Deus e Salvador.
                      C                          G/B
 É assim a geração dos que procuram,/
         Bm           Bm/A               Esus
e do Deus de Israel buscam a face”


Disponibilizado originalmente no blog Cante Salmos

Homilia de Todos os Santos - 01 de Novembro de 2014

Mt 5, 1-12ª
“Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa nos céus”

Esses primeiros versículos do Cap. 5 servem ao mesmo tempo como introdução e como resumo do Sermão da Montanha. Nos apresentam um
retrato das qualidades do verdadeiro/a discípulo(a), daquele(a) que, no seguimento de Jesus, procura viver os valores do Reino de Deus. Basta uma leitura superficial para ver que a proposta de Jesus está na contramão da proposta da sociedade vigente – tanta a do tempo de Jesus, como de hoje.
Jesus diz: “felizes os pobres em espírito”; o mundo diz: “felizes vós os que tendes dinheiro – muito dinheiro – e sabeis usá-lo para comprar influências, comodidade, poder, segurança, bem-estar, pois é o dinheiro que faz andar o mundo e nos torna mais poderosos, mais livres e mais felizes”. Quem é, realmente, feliz?
Jesus diz: “felizes os mansos”; o mundo diz: “felizes vós os que respondeis na mesma moeda quando vos provocam, que respondeis à violência com uma violência ainda maior, pois só a linguagem da força é eficaz para lidar com a violência e a injustiça”. Quem tem razão?
Jesus diz: “felizes os que choram”; o mundo diz: “felizes vós os que não tendes motivos para chorar, porque a vossa vida é sempre uma festa, porque vos moveis nas altas esferas da sociedade e tendes tudo para serdes felizes: casa com piscina, carro com telefone e ar condicionado, amigos poderosos, uma conta bancária interessante e um bom emprego arranjado pelo vosso amigo ministro”. Onde está a verdadeira felicidade?
Jesus diz: “felizes os que têm ânsia de cumprir a vontade de Deus”; o mundo diz: “felizes vós os que não dependeis de preconceitos ultrapassados e não acreditais num deus que vos diz o que deveis e não deveis fazer, porque assim sois mais livres”. Onde está a verdadeira liberdade, que enche de felicidade o coração?
Jesus diz: “felizes os que tratam os outros com misericórdia”; o mundo diz: “felizes vós quando desempenhais o vosso papel sem vos deixardes comover pela miséria e pelo sofrimento dos outros, pois quem se comove e tem misericórdia acabará por nunca ser eficaz neste mundo tão competitivo”. Qual é o verdadeiro fundamento de uma sociedade mais justa e mais fraterna?
Jesus diz: “felizes os sinceros de coração”; o mundo diz: “felizes vós quando sabeis mentir e fingir para levar a água ao vosso moinho, pois a verdade e a sinceridade destroem muitas carreiras e esperanças de sucesso”. Onde está a verdade?
Jesus diz: “felizes os que procuram construir a paz entre os homens”; o mundo diz: “felizes vós os que não tendes medo da guerra, da competição, que sois duros e insensíveis, que não tendes medo de lutar contra os outros e sois capazes de os vencer, pois só assim podereis ser homens e mulheres de sucesso”. O que é que torna o mundo melhor: a paz ou a guerra?
Jesus diz: “felizes os que são perseguidos por cumprirem a vontade de Deus”; o mundo diz: “felizes vós os que já entendestes como é mais seguro e mais fácil fazer o jogo dos poderosos e estar sempre de acordo com eles, pois só assim podeis subir na vida e ter êxito na vossa carreira”. O que é que nos eleva à vida plena?
As “bem-aventuranças” são fórmulas relativamente frequentes na tradição bíblica e judaica. Aparecem, quer nos anúncios proféticos de alegria futura (cf. Is 30,18; 32,20; Dn 12,12), quer nas ações de graças pela alegria presente (cf. Sl 32,1-2; 33,12; 84,5.6.13), quer nas exortações a uma vida sábia, refletida e prudente (cf. Prov 3,13; 8,32.34; Sir 14,1-2.20; 25,8-9; Sl 1,1; 2,12; 34,9). Contudo, elas definem sempre uma alegria oferecida por Deus.
As “bem-aventuranças” evangélicas devem ser entendidas no contexto da pregação sobre o “Reino”. Jesus proclama “bem-aventurados” aqueles que estão numa situação de debilidade, de pobreza, porque Deus está a ponto de instaurar o “Reino” e a situação destes “pobres” vai mudar radicalmente; além disso, são “bem-aventurados” porque, na sua fragilidade, debilidade e dependência, estão de espírito aberto e coração disponível para acolher a proposta de salvação e libertação que Deus lhes oferece em Jesus (a proposta do “Reino”).

Disponibilizado originalmente no site Teologia Fé e Vida
Escrito por Pe. Helder Salvador

LITURGIA DIÁRIA Todos os Santos . Solenidade - 1 de Novembro de 2014

Cor: Branco

1ª Leitura - Ap 7,2-4.9-14

Vi uma multidão imensa de gente de todas
as nações, tribos, povos e línguas.
Leitura do Livro do Apocalipse de São João 7,2-4.9-14
Eu, João,
2vi um outro anjo,
que subia do lado onde nasce o sol. 
Ele trazia a marca do Deus vivo
e gritava, em alta voz,
aos quatro anjos que tinham recebido o poder
de danificar a terra e o mar,
dizendo-lhes:
3"Não façais mal à terra,
nem ao mar nem às arvores,
até que tenhamos marcado na fronte
os servos do nosso Deus".
4Ouvi então o número dos que tinham sido marcados:
eram cento e quarenta e quatro mil,
de todas as tribos dos filhos de Israel.
9Depois disso, vi uma multidão imensa
de gente de todas as nações,
tribos, povos e línguas,
e que ninguém podia contar.
Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro;
trajavam vestes brancas
e traziam palmas na mão.
10Todos proclamavam com voz forte:
"A salvação pertence ao nosso Deus,
que está sentado no trono, e ao Cordeiro".
11Todos os anjos estavam de pé,
em volta do trono e dos Anciãos
e dos quatro Seres vivos e prostravam-se,
com o rosto por terra, diante do trono.
E adoravam a Deus, dizendo:
12"Amém. O louvor, a glória e a sabedoria,
a ação de graças, a honra, o poder e a força
pertencem ao nosso Deus para sempre. Amém"
13E um dos Anciãos falou comigo e perguntou:
"Quem são esses vestidos com roupas brancas?
De onde vieram?"
14Eu respondi:
"Tu é que sabes, meu senhor".
E então ele me disse:
"Esses são os que vieram da grande tribulação.
Lavaram e alvejaram as suas roupas
no sangue do Cordeiro".
Palavra do Senhor.




Salmo - Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

R. É assim a geração dos que procuram o Senhor!

1Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, *
o mundo inteiro com os seres que o povoam;
2porque ele a tornou firme sobre os mares, *
e sobre as águas a mantém inabalável. R.

3"Quem subirá até o monte do Senhor, *
quem ficará em sua santa habitação?"
4a"Quem tem mãos puras e inocente coração, *
4bquem não dirige sua mente para o crime. R.

5Sobre este desce a bênção do Senhor *
e a recompensa de seu Deus e Salvador".
6"É assim a geração dos que o procuram, *
e do Deus de Israel buscam a face". R.

2ª Leitura - 1Jo 3,1-3

Veremos Deus tal como é.

Leitura da Primeira Carta de São João 3,1-3

Caríssimos,
1vede que grande presente de amor o Pai nos deu: 
de sermos chamados filhos de Deus!
E nós o somos! 
Se o mundo não nos conhece, 
é porque não conheceu o Pai.
2Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, 
mas nem sequer se manifestou o que seremos!
Sabemos que,
quando Jesus se manifestar,
seremos semelhantes a ele, 
porque o veremos tal como ele é. 
3Todo o que espera nele, 
purifica-se a si mesmo, 
como também ele é puro.
Palavra do Senhor.


Evangelho - Mt 5,1-12a


Bem-aventurados os pobres em espírito.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,1-12a
Naquele tempo:
1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se.
Os discípulos aproximaram-se,
2e Jesus começou a ensiná-los:
3'Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o Reino dos Céus.
4Bem-aventurados os aflitos,
porque serão consolados.
5Bem-aventurados os mansos,
porque possuirão a terra.
6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
7Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
8Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
9Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
10Bem-aventurados os que são perseguidos
por causa da justiça,
porque deles é o Reino dos Céus.
11Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem
e perseguirem, e mentindo,
disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim.
12aAlegrai-vos e exultai,
porque será grande a vossa recompensa nos céus.
Palavra da Salvação.


Disponibilizado originalmente no site da CNBB